Um documento útil (pelo menos eu achei): "Web 2.0 Ideas for Educators - A Guide to RSS and More" Version 2.0 By Quentin D’Souza.
Versa sobre o que é o RSS e a sua relação com tags e taxonomias, redes sociais e bookmarking, blogs, wikis, partilha de fotos e de vídeos e muito mais, aplicado à educação. E quem diz à educação, diz...às bibliotecas e à formação de utilizadores!
terça-feira, 7 de Julho de 2009
terça-feira, 30 de Junho de 2009
522 anos impressos, 5 anos electrónicos
Era o pontapé de saída que faltava para começar a escrever: em 1487 concluiu-se, em Faro, o primeiro livro impresso em Portugal, o Pentateuco, em 30 de Junho. Celebramos hoje 522 anos sobre o facto.
As questões do impresso versus electrónico, em teoria, são discutidas no mundo das bibliotecas há mais tempo, do que na prática. Na prática, e no universo luso, temos acesso à base de referências da Web of Knowledge desde, assim de memória, 2002/3 e à B-on desde 2004. Colecções de livros electrónicos, na mediania das bibliotecas universitárias portuguesas, suponho, contam-se pelas dezenas. Os projectos de digitalização, embora alguns mais antigos, são pontuais. Ora, em trabalhos de curso e mestrados, os conceitos de biblioteca digital, de metadados, de biblioteca híbrida, entraram no nosso conhecimento, através da literatura internacional, se nalguns casos não anteriormente, pelo menos em simultâneo com o contacto prático.
Na actualidade, devemos estar preparados para conhecer e pesquisar uma grande quantidade de recursos de informação, não só na B-on e noutras bases de dados por assinatura, mas também em muitas fontes em regime de Open Access. Surgiram ultimamente alguns projectos, de natureza mais técnica como os repositórios das bibliotecas universitárias pesquisáveis no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal. E como vamos de discussões, de conceitos, de questões? Temos imensa informação diariamente disponível que é necessário ler e reflectir.
As questões do impresso versus electrónico, em teoria, são discutidas no mundo das bibliotecas há mais tempo, do que na prática. Na prática, e no universo luso, temos acesso à base de referências da Web of Knowledge desde, assim de memória, 2002/3 e à B-on desde 2004. Colecções de livros electrónicos, na mediania das bibliotecas universitárias portuguesas, suponho, contam-se pelas dezenas. Os projectos de digitalização, embora alguns mais antigos, são pontuais. Ora, em trabalhos de curso e mestrados, os conceitos de biblioteca digital, de metadados, de biblioteca híbrida, entraram no nosso conhecimento, através da literatura internacional, se nalguns casos não anteriormente, pelo menos em simultâneo com o contacto prático.
Na actualidade, devemos estar preparados para conhecer e pesquisar uma grande quantidade de recursos de informação, não só na B-on e noutras bases de dados por assinatura, mas também em muitas fontes em regime de Open Access. Surgiram ultimamente alguns projectos, de natureza mais técnica como os repositórios das bibliotecas universitárias pesquisáveis no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal. E como vamos de discussões, de conceitos, de questões? Temos imensa informação diariamente disponível que é necessário ler e reflectir.
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segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Os serviços da biblioteca num ambiente de rede
Foi editado um relatório Creating catalogs: bibliographic records in a netwoked world, o último do Research Information Network, no Reino Unido. Ainda não o li, mas a sua leitura parece ser imprescindível para quem se dedica à catalogação e à disponibilização de registos bibliográficos no ambiente da Web. De acordo com a análise feita por Lorcan Dempsey, no seu post Libraries and catalogues: systemic attention discute-se aí, a reconfiguração dos serviços da biblioteca em ambiente Web. Por um lado conclui-se que os processos nas bibliotecas são ineficientes porque os recursos são consumidos em actividades redundantes que não criam valor local distinto. Por outro, considera-se que uma presença fragmentada na web, reduz o impacto e a visibilidade dos mesmos serviços. Afigura-se-me de leitura prioritária.
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sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Bookcrossing Portugal
Mais uma informação via Twitter, aquele maravilhoso mundo de comunicação e contactos: existe uma comunidade de pessoal que gosta de livros, a Bookcrossing Portugal cujo objectivo é «transformar o mundo inteiro numa biblioteca». Faz parte de uma comunidade global e disponibiliza fóruns, listas de discussão, troca de livros, mensagens privadas, encontros e actividades várias. Os bookcrossers portugueses até vão participar amanhã, Sábado 07 de Junho, num piquenique de livros (e têm fé no sol). Informações via http://twitter.com/syrinpt
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Revista da área das bibliotecas
Library and information research editou o Vol 33, No 103 (2009)e tem, pelo menos, um artigo interessante "Academic libraries as learning organisations" de Jon Warwick e Gary Bell. Além de que usa o OJS como sistema de edição online. Fico a sonhar como seria a nossa Tecnovis@ao, se desemperrasse...
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quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Information Resources at UAlg
SlideShare Presentation for English speeking students at ISE.
Information Resources at UAlg
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sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Why learning about emerging technologies is part of every librarian's job - Educause Australasia 2009 presentation
Uma apresentação interessante sobre um assunto que cada vez mais produz reflexão entre bibliotecários: quais os proveitos e a inevitabilidade de nos envolvermos em blogs, twitters, wikis e afins, quando temos tantas coisas para fazer. Voltaremos a este tópico.
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segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Joaquim Mestre
"A morte tem que estar tapada, pois só assim a podemos olhar, tapada com muita terra para a esquecermos e voltarmos a acreditar que ela não existe. É preciso esquecê-la, tapá-la com terra, pazadas de terra, ou então com a vida. Sim, a vida. A vida é que nos faz esquecer a morte."
— Joaquim Mestre (O Perfumista)
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Joaquim Mestre
terça-feira, 21 de Abril de 2009
Biblioteca Digital Mundial
A Unesco lança nesta terça-feira, o portal da Biblioteca Digital Mundial. Fomos lá espreitar e, entre os livros, manuscritos e documentos visuais e sonoros procedentes de bibliotecas e arquivos do mundo todo, apresentados em sete idiomas (árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, português e russo), encontramos este Mapa do Reino do Algarve. Já há quem diga que é de propósito que as localizações das terras não estão muito correctas: prevendo as invasões francesas, precaveram-se e colocaram Alte abaixo de Boliqueyme, Alfontes prós lados de Paderne, para baralhar os franceses. Chique não é, Boliqueyme? Bibliotecas ou arquivos portugueses são aguardados.
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quarta-feira, 1 de Abril de 2009
Tutorial do Flickr
Como usar o Flickr, um tutorial simples
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quinta-feira, 26 de Março de 2009
Comunicar conhecimento e partilhar recursos na Web social
A rede social permite o desenvolvimento de comunidades e a partilha de recursos entre os seus membros. Entre as mais conhecidas ferramentas para partilha de conteúdos contam-se, tanto quanto me tenho apercebido, a criação de blogs, as wikis, o Flickr, o Youtube, o SlidShare, RSS feed, o Delicious, Second Life e, claro, o Tweeter.
O motivo para tudo isto é a vontade de partilhar com os nossos amigos ou colegas os interesses comuns e considerar as oportunidades de aprendermos novas formas de acção. Parece um desafio giro e diversificado, por isso é interessante ver as potencialidades destas aplicações ao mundo das bibliotecas.
A questão que ando a colocar a mim própria nas últimas semanas, é a da relação entre a produtividade e a exploração destas ferramentas.
O motivo para tudo isto é a vontade de partilhar com os nossos amigos ou colegas os interesses comuns e considerar as oportunidades de aprendermos novas formas de acção. Parece um desafio giro e diversificado, por isso é interessante ver as potencialidades destas aplicações ao mundo das bibliotecas.
A questão que ando a colocar a mim própria nas últimas semanas, é a da relação entre a produtividade e a exploração destas ferramentas.
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A universidade e os blogs
Porquê incentivar o corpo docente e os investigadores a recorrerem aos blogs como forma de promoção das suas pesquisas? Veja a resposta numa apresentação feita por J. Dupuis, bibliotecário em Toronto - Academic Blogging: Promoting your Research on the Web
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Literacia da informação
terça-feira, 24 de Março de 2009
Eu twito, tu twitas, ele twita
Pois nem sei bem como isto começou. Sei que, desde há, salvo o erro, dois meses, descobri o Twitter e estou fascinada com o que por lá se encontra. No início, procurei e segui os bibliotecários, nacionais, e estrangeiros, depois as bibliotecas, as notícias, as informações, as dicas. E ainda continuo num crescente de procura que parece infinita. E de repente, tornou-se numa das minhas principais fontes de informação, não só sobre o mundo mas, sobretudo, sobre a profissão. Quase que estou a mudar a minha forma de trabalhar: não começo o dia sem ver o que se passa em #libraries, #librarians, que novas tem o @cibertecario02 sobre OA (e tem sempre muitas) e fico com a sensação de que quando não espreito perdi muita informação ou pelo menos desconheço o que o mundo anda a fazer, em 140 caracteres. The Ultimate guide for everything twitter Tuitando, twitando...
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sexta-feira, 20 de Março de 2009
13 ferramentas Web imprescindíveis
Mais uma dica do Twitter (estou fascinada, cada vez mais a cada dia que passa) sobre ferramentas Web, 13 para ser mais precisa, que o autor reporta de absolutamente úteis. Estão disponíveis em 13 Simplest Free Web Tools That Are Absolutely Useful. Umas já conhecia mas as outras vou explorar no fim-de-semana. Aquele DocJax...
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Um livro cooperativo
Que descobri numa mensagem no Twiter, que por sua vez remetia para um blog (Viva biblioteca viva, Luísa Alvim) que...e então é um livro escrito em colaboração por pessoas que não se conheceram mas participaram num blog, Red de Innovadores de Infonomia, e que se chama (o livro - finalmente!) Mas alla de Google. É sobre informação, recuperação e pesquisa de dados, relações entre informação, dados, conhecimento. E tecnologia. A explorar.
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quarta-feira, 18 de Março de 2009
quinta-feira, 12 de Março de 2009
Newsletter de Literacia da Informação da IFLA
Saiu a primeira newsletter de 2009, da secção de Information Literacy da IFLA. O lema para 2009 é Libraries Promoting Twenty-First Century Literacies.
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Apresentação Web 2.0
Para algumas dúvidas que têm surgido sobre o que é, aqui fica uma explicação de um docente da Escola Superior de Educação da UAlg.:
Apresentação Web 2.0
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